"Você é colorido e eu sou preto e branco..."
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"Vou pedir aos céus, você aqui comigo."
Papas da Língua  (via conspirada)
"Me regas,
e eu floresço."
Antonio.   (via thiaramacedo)
"Felicidade boa é aquela que não cabe no sorriso."
Júlia.    (via invirbus)
"Eu sou
Tu és
Nós sonhos."
Eu me chamo Antônio. (via h-i-p-n-o-t-i-z-a-n-t-e)
"Marcamos um encontro e ela estava subindo as escadas, ouvi os passos que já me provocaram todos os sentimentos possíveis e um arrepio dominou o meu corpo todo. O caminhar dela parecia trazer tudo o que eu sentia. Nos pés dela, o meu coração. A cada passo, uma batida."
Let me love you. Rafael Gorgatt  (via invertted)
"Quero te ver bem
Quero te fazer bem."
Consolando.  (via gramaticas)
"Deus não opera na ansiedade, portanto, ocupe-se e não se preocupe, espere mas não se desespere, no tempo certo tudo dá certo."
— Pr. João Chinelato  (via projetodedeus)
"Mas se os olhos falam, o mais simplório dos imbecis poderia verificar que eu estava completamente louco de amor."
O Morro dos Ventos Uivantes. (via entkleiden)
"Precisamos de livros que nos afetem como um desastre, que nos angustiem profundamente, como a morte de alguém que amamos mais do que a nós mesmos, como ser banido para florestas distantes de todos, como um suicídio. Um livro tem que ser o machado para o mar congelado dentro de nós."
Franz Kafka   (via d-espreparado)
"

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.

Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina. Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

"
— A bailarina - Cecília Meireles  (via flor-dolirio)
"E qual é a minha definição de amor?
Tenho o nome de uma música do Chico Buarque, bem antiguinha, a que meu pai cantava no karaokê do bar próximo à sua casa. Depois que eu nasci, ele passou a me levar junto e no final da música fazia questão de dedicá-la pra mim. E eu ficava na mesa, morrendo de vergonha e pedindo que ele parasse com aquilo. Mas ele sempre fazia novamente. Ele sempre cantava a música do meu nome e dedicava pra mim. Por anos. E nunca sequer ficou com raiva ou magoado por eu sentir vergonha dele por isso. Isso é amor.
Quando eu era pequena, sempre que minha mãe chegava do trabalho, eu perguntava se ela tinha trazido presente. E ela, todo santo dia, antes de ir pra casa, passava no supermercado e comprava alguma coisa, mesmo que fosse apenas um bombom. Ela nunca voltava pra casa de mãos vazias. Nunca quis me decepcionar. Isso é amor.
Aos oito, vi uma gelatina no chão perto do caixa do supermercado e a peguei. Ao atravessar a rua, mostrei pra minha tia. Que me fez voltar, devolver e me desculpar pelo roubo. Ela sempre me fez ser e querer ser uma pessoa melhor. Isso também é amor.
Um dia falei pro meu namorado que não gostava de flores, porque eram apenas um presente fútil que se dá quando não se quer ter esforço pra agradar uma mulher. Mais uma grande tirada do capitalismo. Ri e completei que só iria gostar se ele mesmo fizesse a flor. Então ele passou o dia inteiro tentando fazer uma flor de origami por vídeos da internet, pra me dar. E foi o melhor presente que eu já recebi.
É isso.
O amor é isso.
É a música do karaokê,
o bombom do supermercado,
a lição sobre a gelatina,
a flor de origami.
O amor é o detalhe."
Iolanda Valentim (via odeiorotulos)

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